Dentre todas as pessoas do mundo, sou uma que não deveria acreditar no amor.
Não que eu seja a primeira no mundo a sofrer, não é isso. Não fui a primeira e não serei a última.
Mas devido às circunstâncias eu não deveria acreditar. Deveria me sentir enojada a cada casal que visse, a cada música que escutasse, a cada jura que presenciasse...
Me surpreendi, ao que ver que o amor também quebra barreiras.
E faz de mim, uma das últimas pessoas na Terra que deveriam apostar, investir e acreditar no amor perder todas as barreiras e sorrir. Justo eu! Depois de TUDO o que vivi...
O que vem pela frente? Não sei, prefiro descobrir um dia por vez.
Fevereiro 26, 2012
Dezembro 31, 2011
Feliz 2012
Que 2012 seja uma ano de relizações, um ano de muito amor, alegria, companheirismo, paz, felicidade, diversão, saúde, amigos, família, dinheiro, correria, calmaria...
Muitos planos para esse ano, quem sabe não coloco por aqui?
Até lá, aproveite sua entrada de ano... A próxima? Só em 2013!
Muitos planos para esse ano, quem sabe não coloco por aqui?
Até lá, aproveite sua entrada de ano... A próxima? Só em 2013!
Dezembro 10, 2011
Minha Estrella agora brilha no céu.
Minha ficha ainda não caiu.
As evidências como um apartamento calmo, arrumado, silencioso parecem não ser o bastante pra fazer com que a ficha caia. Pra me fazer entender que ela se foi, que ela partiu.
Ontem foi um dos piores dias da minha vida. A sensação de não poder fazer nada é horrível.
Fiz tudo o que estava ao meu alcance. Me estressei por causa da bagunça e sujeira, óbvio. Sou humana, tinha chegado ao meu limite. Mas nunca, em momento algum, deixei de cuidar dela por comodismo.
Meu bebê se foi ontem.
Partiu em meus braços, olhando pra mim, como que chorando.
Percebi primeiro que o veterinário que aquele coraçãozinho que eu amava ouvir quando deitávamos na minha cama havia parado de bater.
Me agarrei a esperança de que ela estivesse ainda viva quando vi uma das patinhas se mover. Mas a razão logo me lembrou do que aquilo realmente era: espasmo.
As imagens dela falecendo são o que estão me derrubando. Vem tudo como se fosse num filme, numa sequência:
Eu tentando impedí-la de tomar água. Eu percebendo que ela tava com dor e medicando da forma que fui orientada pelo veterinário. Eu chamando-a pelo nome e ela sem responder, estirada ao lado do fogão. Eu ligando para o meu pai. Ela urrando de dor. Ela espumando, mexendo as patas. Eu colocando a primeira roupa que vi na frente sem tirar os olhos dela, com o coração pesado. Eu enrolando-a no primeiro pano que vi. Aconchegando-a próximo ao meu peito. Atravessando uma avenida em horário de pico e quase sendo atropelada. Entrando correndo e avistando o veterinário, dizendo as palavras: "Doutor, olha como ela tá. Faz alguma coisa". Os dois correndo para a sala de atendimento. Eu colocando-a sobre a maca. Fazendo carinho na parte da cabeça que ela mais gostava. Ela sem responder. O veterinário aplicando várias injeções, pediu pra eu medir a temperatura. Minhas mãos tremendo quando vi que era 34,7º. O médico colando o soro na pata. Ela volta a espumar, cuspir sangue. Ela olha pra mim, me encara. A impressão que tive era que ela estava chorando, ou me pedindo ajuda. Ela começa a vomitar pedaços de sangue na minha mão. Eu limpo todos no pano que havia levado. Enquanto o veterinário vira-se para guardar o termometro, eu olho e vejo que o peito já não arfava. Ele percebe. Começa a fazer massagem. E eu descontrolada começo a surtar. A gritar. A implorar para que aquilo não tivesse acontecendo. Eu segurava a patinha dela (macia, linda). E pedia à ela que não fizesse aquilo comigo. Que ela fosse guerreira como sempre foi. Olho para o médico, ele em lágrimas me diz que o coração havia parado de bater... Retira o acesso do soro e eu a abraço. O último abraço que dei na melhor cadelinha do mundo. Fico ao lado dela por meia hora. Ela teve espasmos o tempo todo. E a cada um deles, eu pensava que ela tinha voltado. Descobria-a e via que o peito não arfava. Voltava a cobrí-la. Ligo para o meu pai em prantos. O veterinário entra na sala e pergunta se eu tenho algum lugar para levá-la. Digo que não. Ele me explica o que pode fazer. Eu dou o último beijo na minha bebê. Pago o serviço de encaminhamento/enterro e saio da sala. Saio do pior lugar do mundo. Deixo ali metade do meu coração. O meu amor.
E por mais irônico que seja. A primeira roupa que vi pela frente (a que vesti) era uma camiseta e uma calça, ambas na cor preta. Já estava em luto e não sabia.
Volto pra casa. Passo pelo corredor. Avisto a cama, o pote de ração, os brinquedos, o lugar onde fazia xixi e choro. Grito. Por que nos meus braços? Por que comigo? Por que justo eu tinha que ter visto ela sofrer daquele jeito?
Infelizmente, perguntas que ficarão sem resposta.
As evidências como um apartamento calmo, arrumado, silencioso parecem não ser o bastante pra fazer com que a ficha caia. Pra me fazer entender que ela se foi, que ela partiu.
Ontem foi um dos piores dias da minha vida. A sensação de não poder fazer nada é horrível.
Fiz tudo o que estava ao meu alcance. Me estressei por causa da bagunça e sujeira, óbvio. Sou humana, tinha chegado ao meu limite. Mas nunca, em momento algum, deixei de cuidar dela por comodismo.
Meu bebê se foi ontem.
Partiu em meus braços, olhando pra mim, como que chorando.
Percebi primeiro que o veterinário que aquele coraçãozinho que eu amava ouvir quando deitávamos na minha cama havia parado de bater.
Me agarrei a esperança de que ela estivesse ainda viva quando vi uma das patinhas se mover. Mas a razão logo me lembrou do que aquilo realmente era: espasmo.
As imagens dela falecendo são o que estão me derrubando. Vem tudo como se fosse num filme, numa sequência:
Eu tentando impedí-la de tomar água. Eu percebendo que ela tava com dor e medicando da forma que fui orientada pelo veterinário. Eu chamando-a pelo nome e ela sem responder, estirada ao lado do fogão. Eu ligando para o meu pai. Ela urrando de dor. Ela espumando, mexendo as patas. Eu colocando a primeira roupa que vi na frente sem tirar os olhos dela, com o coração pesado. Eu enrolando-a no primeiro pano que vi. Aconchegando-a próximo ao meu peito. Atravessando uma avenida em horário de pico e quase sendo atropelada. Entrando correndo e avistando o veterinário, dizendo as palavras: "Doutor, olha como ela tá. Faz alguma coisa". Os dois correndo para a sala de atendimento. Eu colocando-a sobre a maca. Fazendo carinho na parte da cabeça que ela mais gostava. Ela sem responder. O veterinário aplicando várias injeções, pediu pra eu medir a temperatura. Minhas mãos tremendo quando vi que era 34,7º. O médico colando o soro na pata. Ela volta a espumar, cuspir sangue. Ela olha pra mim, me encara. A impressão que tive era que ela estava chorando, ou me pedindo ajuda. Ela começa a vomitar pedaços de sangue na minha mão. Eu limpo todos no pano que havia levado. Enquanto o veterinário vira-se para guardar o termometro, eu olho e vejo que o peito já não arfava. Ele percebe. Começa a fazer massagem. E eu descontrolada começo a surtar. A gritar. A implorar para que aquilo não tivesse acontecendo. Eu segurava a patinha dela (macia, linda). E pedia à ela que não fizesse aquilo comigo. Que ela fosse guerreira como sempre foi. Olho para o médico, ele em lágrimas me diz que o coração havia parado de bater... Retira o acesso do soro e eu a abraço. O último abraço que dei na melhor cadelinha do mundo. Fico ao lado dela por meia hora. Ela teve espasmos o tempo todo. E a cada um deles, eu pensava que ela tinha voltado. Descobria-a e via que o peito não arfava. Voltava a cobrí-la. Ligo para o meu pai em prantos. O veterinário entra na sala e pergunta se eu tenho algum lugar para levá-la. Digo que não. Ele me explica o que pode fazer. Eu dou o último beijo na minha bebê. Pago o serviço de encaminhamento/enterro e saio da sala. Saio do pior lugar do mundo. Deixo ali metade do meu coração. O meu amor.
E por mais irônico que seja. A primeira roupa que vi pela frente (a que vesti) era uma camiseta e uma calça, ambas na cor preta. Já estava em luto e não sabia.
Volto pra casa. Passo pelo corredor. Avisto a cama, o pote de ração, os brinquedos, o lugar onde fazia xixi e choro. Grito. Por que nos meus braços? Por que comigo? Por que justo eu tinha que ter visto ela sofrer daquele jeito?
Infelizmente, perguntas que ficarão sem resposta.
Novembro 30, 2011
Aos meus mestres, obrigada.
Último dia de aula. O tão esperado dia de vários estudantes, pra mim, finalmente chegou. Foram anos e anos sonhando com o dia em que eu não precisaria mais ir pra escola, que eu não precisaria mais me preocupar em estudar, em fazer tarefas, com pontuação, notas e passar de ano...
Quando era menor, esse dia pra mim, em alguns momentos era o que me fazia estudar de verdade. Porque convenhamos, nem toda criança (faixa entre 12-15 anos) gosta de verdade, de estudar. Eu não era diferente.
Mas hoje, aos 18 esse dia foi duro. Foi triste.
Ao terminar a prova, sair da sala, deu um pesar no coração. Parecia que era a última vez que eu andaria por aqueles corredores. Corredores esses que fizeram parte de três anos da minha vida. Onde encontrei amigos, amores, onde brinquei, chorei, onde olhei, comentei, conversei... Onde discuti, onde sorri.
Estou hoje mais do que nunca, infinitamente grata aos meus professores.
Não só aos professores do Cardoso, mas, também aos professores do Leônidas, Rafael, 9 de Julho, Objetivo.
Todas essas pessoas que fizeram parte da minha formação, que tiveram paciência, jogo de cintura, que muitas vezes faziam mais do que o que o salário lhes pagava. Cada um desses profissionais que marcaram a minha vida, não só com conhecimento, mas com amor, carinho.
Nunca pensei que chegaria aos 18 anos dessa forma. Grata a todos aqueles que se esforçam dia e noite para me dar a melhor educação que posso ter. Queria agradecer, do fundo do meu corção (e com lágrimas nos olhos) todos os professores que me marcaram de forma infinita. Foram tantos que infelizmente não lembrarei o nome de todos. Mas sintam-se sempre homenageados por essa força de vontade e todos esses anos de ensino que me deram.
Obrigada, mestres, por terem me dado o melhor que eu poderia receber. Obrigada por terem escolhido essa profissão linda mas, pouco valorizada nos dias de hoje. Que a despedida, seja um até logo, que a amizade continue e possamos, no futuro, dividir os acontecimentos e as vitórias das nossas jornadas.
Diva, Neusa, Dalva, Valéria, Cristina F., Stella, Célia, Gicélia, Josilda, Adriana, Cristina, Fernanda Fázio, Anna Carolina, Márcia, Lúcia Helena, Maria de Lurdes, Vera, Simone, Andrea, Tina, Liz, Rita, Cida, Rosangela, Maria Luiza, Silvana, Patrícia, Kátia, Bião, Luciana... e a todos os outros... Obrigado!
Obrigada, também, à Telma, a melhor coordenadora pedagógica que alguém pode ter. Obrigada pelo apoio incondicional, pela amizade, pelas broncas e conselhos, por tudo.
"Saudades é a maior prova de que tudo valeu a pena."
Quando era menor, esse dia pra mim, em alguns momentos era o que me fazia estudar de verdade. Porque convenhamos, nem toda criança (faixa entre 12-15 anos) gosta de verdade, de estudar. Eu não era diferente.
Mas hoje, aos 18 esse dia foi duro. Foi triste.
Ao terminar a prova, sair da sala, deu um pesar no coração. Parecia que era a última vez que eu andaria por aqueles corredores. Corredores esses que fizeram parte de três anos da minha vida. Onde encontrei amigos, amores, onde brinquei, chorei, onde olhei, comentei, conversei... Onde discuti, onde sorri.
Estou hoje mais do que nunca, infinitamente grata aos meus professores.
Não só aos professores do Cardoso, mas, também aos professores do Leônidas, Rafael, 9 de Julho, Objetivo.
Todas essas pessoas que fizeram parte da minha formação, que tiveram paciência, jogo de cintura, que muitas vezes faziam mais do que o que o salário lhes pagava. Cada um desses profissionais que marcaram a minha vida, não só com conhecimento, mas com amor, carinho.
Nunca pensei que chegaria aos 18 anos dessa forma. Grata a todos aqueles que se esforçam dia e noite para me dar a melhor educação que posso ter. Queria agradecer, do fundo do meu corção (e com lágrimas nos olhos) todos os professores que me marcaram de forma infinita. Foram tantos que infelizmente não lembrarei o nome de todos. Mas sintam-se sempre homenageados por essa força de vontade e todos esses anos de ensino que me deram.
Obrigada, mestres, por terem me dado o melhor que eu poderia receber. Obrigada por terem escolhido essa profissão linda mas, pouco valorizada nos dias de hoje. Que a despedida, seja um até logo, que a amizade continue e possamos, no futuro, dividir os acontecimentos e as vitórias das nossas jornadas.
Diva, Neusa, Dalva, Valéria, Cristina F., Stella, Célia, Gicélia, Josilda, Adriana, Cristina, Fernanda Fázio, Anna Carolina, Márcia, Lúcia Helena, Maria de Lurdes, Vera, Simone, Andrea, Tina, Liz, Rita, Cida, Rosangela, Maria Luiza, Silvana, Patrícia, Kátia, Bião, Luciana... e a todos os outros... Obrigado!
Obrigada, também, à Telma, a melhor coordenadora pedagógica que alguém pode ter. Obrigada pelo apoio incondicional, pela amizade, pelas broncas e conselhos, por tudo.
"Saudades é a maior prova de que tudo valeu a pena."
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3º Ano,
Etapa Concluída,
Mestres,
Professores
Novembro 04, 2011
(F)Utilidade Pública
Hoje vou dar algumas dicas de produtinhos que uso e recomendo. Afinal, meu lado mulherzinha às vezes é mais forte.
PELE
Corpo: Eu geralmente intercalo com esses hidratantes:
- Creme Alma Brasil Amenities Body Lotion;
- Victoria's Secret Wild Scarlet Apple Juice & Lily.
Estrias: Segundo meu médico o melhor é evitar. Mas, para amenizar eu uso:
- Óleo de amêndoas
Banho: Também intercalo em:
- Sabonete Johnson's & Johnson's - Qualquer um mas prefiro o Aloe Vera
- Dove esfoliante
Rosto:
- Uso protetor solar Nívea fator 30 sempre que vou me expor ao sol;
- Sabonete para o rosto é recomedação do dermatologista: Acnol de enxofre. (O da Granado também serve)
- Faço esfoliação com um creme de maracujá cujo a própria semente deixa a pele mais lisa. Troquei de frasco ou seja, não sei o nome, mas foi comprado no Chile há um ano por uma amiga. Assim que der, pergunto.
Pés:
- Sempre que posso (leia-se: quase nunca) faço uma massagem com qualquer um dos cremes para o corpo;
- Nunca passo aquela lixa famooosa que tem em salões de beleza;
- Após o banho uso o spray Foot Work da Avon.
UNHAS
Abolí o uso de alicate na hora de tirar cutículas. Entretanto uso:
- Amolecedor de cutículas Ideal com manteiga de Karité e Aloe Vera ou;
- Amolecedor de cutículas da Avon (sempre intercalo os dois)
Depois de tirar a cutícula (com a espátula) eu sempre passo um polidor, base (Risqué) e o esmalte. Também tenho usado muito o óleo de secagem rápida (Risqué)
CABELOS:
Confesso que sou extremamente preguiçosa em relação ao cabelo.
Faço progressiva de quatro em quatro meses (por preguiça) e deveria cuidar mais dele. O problema é que eu não gosto de ficar com o cabelo solto. Ainda mais com o calor que tá fazendo em São Paulo.
Eu intercalo entre duas linhas de cabelo, uma acessível e outra um pouco mais salgada (por ser profissional):
Combo 1: - Shampoo Pantene PRO-V, não uso condicionador e ponho a máscara de reparação Intensa PRO-V, deixo agir um tempo e enxáguo. Com o cabelo ainda molhado, ponho uma quantidade do tamanho de uma moeda do defrizante da Vital Cap (o próprio para cabelo químicamente tratado) e escovo.
(O shampoo, mascara e anti-frizz é super baratinho, fácil de achar e não chega nem a R$ 20,00)
Combo 2: Uso toda a linha Modelare Pró. Shampoo, condicionador, máscara de hidratação, defrizante e reparador de pontas. (Essa linha é mais difícil de achar)
Lembrando que pra ter pele bonita, unhas fortes e cabelo digno de comercial L'Óreal é preciso tomar muita água, ter alimentação saudável e no caso do rosto, nunca, jamais em hipótese alguma dormir de maquiagem (O que eu, às vezes por cansaço acabo esquecendo e durmo de lápis, rímel e afins. A pele no outro dia fica um horror de tão seca OU oleosa)
* vale lembrar que nenhuma das marcas supracitadas me conhece e/ou me pagou para fazer esse post. Postei porque usei e aprovei e quero simplesmente compartir com vocês.
PELE
Corpo: Eu geralmente intercalo com esses hidratantes:
- Creme Alma Brasil Amenities Body Lotion;
- Victoria's Secret Wild Scarlet Apple Juice & Lily.
Estrias: Segundo meu médico o melhor é evitar. Mas, para amenizar eu uso:
- Óleo de amêndoas
Banho: Também intercalo em:
- Sabonete Johnson's & Johnson's - Qualquer um mas prefiro o Aloe Vera
- Dove esfoliante
Rosto:
- Uso protetor solar Nívea fator 30 sempre que vou me expor ao sol;
- Sabonete para o rosto é recomedação do dermatologista: Acnol de enxofre. (O da Granado também serve)
- Faço esfoliação com um creme de maracujá cujo a própria semente deixa a pele mais lisa. Troquei de frasco ou seja, não sei o nome, mas foi comprado no Chile há um ano por uma amiga. Assim que der, pergunto.
Pés:
- Sempre que posso (leia-se: quase nunca) faço uma massagem com qualquer um dos cremes para o corpo;
- Nunca passo aquela lixa famooosa que tem em salões de beleza;
- Após o banho uso o spray Foot Work da Avon.
UNHAS
Abolí o uso de alicate na hora de tirar cutículas. Entretanto uso:
- Amolecedor de cutículas Ideal com manteiga de Karité e Aloe Vera ou;
- Amolecedor de cutículas da Avon (sempre intercalo os dois)
Depois de tirar a cutícula (com a espátula) eu sempre passo um polidor, base (Risqué) e o esmalte. Também tenho usado muito o óleo de secagem rápida (Risqué)
CABELOS:
Confesso que sou extremamente preguiçosa em relação ao cabelo.
Faço progressiva de quatro em quatro meses (por preguiça) e deveria cuidar mais dele. O problema é que eu não gosto de ficar com o cabelo solto. Ainda mais com o calor que tá fazendo em São Paulo.
Eu intercalo entre duas linhas de cabelo, uma acessível e outra um pouco mais salgada (por ser profissional):
Combo 1: - Shampoo Pantene PRO-V, não uso condicionador e ponho a máscara de reparação Intensa PRO-V, deixo agir um tempo e enxáguo. Com o cabelo ainda molhado, ponho uma quantidade do tamanho de uma moeda do defrizante da Vital Cap (o próprio para cabelo químicamente tratado) e escovo.
(O shampoo, mascara e anti-frizz é super baratinho, fácil de achar e não chega nem a R$ 20,00)
Combo 2: Uso toda a linha Modelare Pró. Shampoo, condicionador, máscara de hidratação, defrizante e reparador de pontas. (Essa linha é mais difícil de achar)
Lembrando que pra ter pele bonita, unhas fortes e cabelo digno de comercial L'Óreal é preciso tomar muita água, ter alimentação saudável e no caso do rosto, nunca, jamais em hipótese alguma dormir de maquiagem (O que eu, às vezes por cansaço acabo esquecendo e durmo de lápis, rímel e afins. A pele no outro dia fica um horror de tão seca OU oleosa)
* vale lembrar que nenhuma das marcas supracitadas me conhece e/ou me pagou para fazer esse post. Postei porque usei e aprovei e quero simplesmente compartir com vocês.
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Modelare Pró,
Pantene,
Pele Negra,
Progressiva,
Victoria's Secrets
Outubro 23, 2011
Cansaço? Bobagem
2011 foi o primeiro ano que me inscrevi no ENEM. Sabia desde o começo que a prova seria com muitas questões, cheias de pegadinhas, tudo ou quase tudo a ser resolvido por raciocínio lógico, redação com tema atual (cheguei a pensar que teria que dissertar sobre a Dilma ou os conflitos no Oriente Médio), o que que eu não sabia era que o cansaço iria ser TANTO.
Ontem, cheguei em casa morta... Hoje, idem.
Mas acho que a prova de hoje foi pior que a de ontem porque eu já fui pra lá... cansada. Já sabia como era, já sabia o percurso cansativo até chegar ao local de prova. Enfim, ainda não sairam as parcias (e não otimistas de plantão, isso não é pessimismo) mas acho que não fui muito bem, não...
Ontem, cheguei em casa morta... Hoje, idem.
Mas acho que a prova de hoje foi pior que a de ontem porque eu já fui pra lá... cansada. Já sabia como era, já sabia o percurso cansativo até chegar ao local de prova. Enfim, ainda não sairam as parcias (e não otimistas de plantão, isso não é pessimismo) mas acho que não fui muito bem, não...
Outubro 15, 2011
Pollyana
Quinta-feira fiz meu cadastro na Biblioteca São Paulo. Eu adoro aquele espaço e achei super válido implodir o Carandiru e transformar num espaço com duas escolas, parque gigante, academia para deficientes, bibliotecas e quadras.
Eu na verdade, queria começar a ler a série de Gossip Girl. Entretanto, o primeiro volume estava indisponível e bati o olho num livro chamado Pollyana.
Lembro-me que uma vez uma amiga me recomendou e eu acabei esquecendo.
O livro era tão bom, mais tão bom que na Sexta, antes do meio dia eu já o tinha lido inteiro.
Pollyana é uma menina orfã, que joga o jogo do contente. Com seu jeito simples, feliz e alegre de viver ela consegue transformar as vidas de todas as pessoas que ficam ao seu redor. Ela nos ensina a achar coisas para ficarmos contentes mesmo quando as situações parecem não ter saída.
Como a enfermeira do lugar onde ela passou uma parte de sua vida diz: "Você precisa de uma dose de Pollyana"
É uma história simples, linda e cativante!
Recomendo!
Eu na verdade, queria começar a ler a série de Gossip Girl. Entretanto, o primeiro volume estava indisponível e bati o olho num livro chamado Pollyana.
Lembro-me que uma vez uma amiga me recomendou e eu acabei esquecendo.
O livro era tão bom, mais tão bom que na Sexta, antes do meio dia eu já o tinha lido inteiro.
Pollyana é uma menina orfã, que joga o jogo do contente. Com seu jeito simples, feliz e alegre de viver ela consegue transformar as vidas de todas as pessoas que ficam ao seu redor. Ela nos ensina a achar coisas para ficarmos contentes mesmo quando as situações parecem não ter saída.
Como a enfermeira do lugar onde ela passou uma parte de sua vida diz: "Você precisa de uma dose de Pollyana"
É uma história simples, linda e cativante!
Recomendo!
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